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Nov08
PORTO versus LISBOA
Mundo das Mulheres
Tema 2ªfeira 01|12| 2008
A eterna rivalidade entre «mouros» e «tripeiros» passou para as páginas de um livro pela mão de dois jornalistas que defendem no papel as maravilhas das suas cidades e aproveitam para desdenhar os símbolos da cidade rival. Não é um assunto novo e reza a história que já no século XIX o «ódio» existia. Pelo menos assim escreveu Eça de Queiroz: «Lisboa inveja ao Porto a sua riqueza, o seu comércio, as suas belas ruas novas, o conforto das suas casas, a solidez das suas fortunas, a seriedade do seu bem-estar. O Porto inveja a Lisboa a Corte, o Rei, as Câmaras, S. Carlos e o Martinho». Hoje, as invejas e rivalidades são outras. Com a ajuda dos dois autores do livro: António Eça de Queiroz, pelo Porto, e António Costa Santos, por Lisboa...prometemos esmiuçar essas diferenças. A conversa promete ser acalorada, mas bem disposta.
Rubricas
1- A carreira de Sylvie C. é multifacetada. A actriz e cantora francesa, que vive em Portugal há alguns anos, faz aqui um balanço do seu percurso e fala de futuros projectos.
2- .e um alfaiate em Hong Kong, assim se chama o mais recente livro de Ângela Leite. Em direitos de autor vamos conhecer melhor o livro e o universo de quem o escreveu.
Contactos úteis:
www.guerraepaz.net
www.sylviec.com
A eterna rivalidade entre «mouros» e «tripeiros» passou para as páginas de um livro pela mão de dois jornalistas que defendem no papel as maravilhas das suas cidades e aproveitam para desdenhar os símbolos da cidade rival. Não é um assunto novo e reza a história que já no século XIX o «ódio» existia. Pelo menos assim escreveu Eça de Queiroz: «Lisboa inveja ao Porto a sua riqueza, o seu comércio, as suas belas ruas novas, o conforto das suas casas, a solidez das suas fortunas, a seriedade do seu bem-estar. O Porto inveja a Lisboa a Corte, o Rei, as Câmaras, S. Carlos e o Martinho». Hoje, as invejas e rivalidades são outras. Com a ajuda dos dois autores do livro: António Eça de Queiroz, pelo Porto, e António Costa Santos, por Lisboa...prometemos esmiuçar essas diferenças. A conversa promete ser acalorada, mas bem disposta.Rubricas
1- A carreira de Sylvie C. é multifacetada. A actriz e cantora francesa, que vive em Portugal há alguns anos, faz aqui um balanço do seu percurso e fala de futuros projectos.
2- .e um alfaiate em Hong Kong, assim se chama o mais recente livro de Ângela Leite. Em direitos de autor vamos conhecer melhor o livro e o universo de quem o escreveu.
Contactos úteis:
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www.sylviec.com

"Em ambos os partos das minhas filhas nunca senti medo ou angústia, em momento algum. Nunca desejei um analgésico ou algo que me impedisse de sentir fosse o que fosse no meu corpo. Senti-me sempre segura, protegida, respeitada e principalmente amada. Não sei o que é ocitocina artificial, clister, raspagem de pêlos púbicos, monitorização contínua, toques dolorosos, bolsa rebentada ou episiotomia. Tive o meu marido sempre ao meu lado, e mais tarde as minhas filhas sempre junto a nós. Amamentei-as nos primeiros minutos de vida, e em exclusivo até aos seis meses, mesmo regressando ao trabalho aos 4 meses. Não souberam o que são suplementos nem camas aquecidas, nem aspirações, nem nada que não seja o cheiro e o colo da mãe e do pai. Foram as experiências mais extraordinárias da minha vida e recordo com saudade cada minuto, cada momento, cada sensação que vivi. Como um privilégio, uma bênção". Este é o balanço feito por Susana Cheis dos seus dois partos na água. No programa desta segunda-feira, com a ajuda da própria Susana Cheis e da ginecologista obstetra Radmila Jovanovic, pioneira na introdução desta técnica em Portugal, vamos discutir as vantagens do parto humanizado dentro de água e questionar o cepticismo dos hospitais públicos portugueses relativamente à sua implementação.
Por vezes a actualidade noticiosa acaba por antecipar flagrantemente aqueles que serão os temas discutidos no Mundo das Mulheres dizemos isto porque precisamente na altura em que vos damos conta daquele que será o tema do programa de amanhã violência doméstica as notícias vindas hoje a público avançam que o número de mulheres mortas por violência quase que duplicou face ao número de casos registados no ano passado. 
