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Sexta-feira, 26 de Março de 2010
Começamos a semana com o tema "Adolescentes e a Noite"

 

Um dos problemas mais preocupantes para pais e educadores, na educação dos adolescentes, são as saídas à noite. Mães e pais vivem preocupados e sem saber muito bem que atitude tomar: Tem treze anos e quer sair à noite, deixo? Marco horas para estar em casa ou não?As respostas a estas e muitas outras questões não são fáceis de encontrar, até porque são muitos os factores de risco que envolvem estas saídas nocturnas, e é preciso analisar situação a situação.

Um dos aspectos a ter em consideração é o facto dos jovens agora começarem a sair aos 11/12 anos, e todos os riscos que essa realidade pode envolver a vários níveis, nomeadamente no que diz respeito ao consumo de álcool e drogas, e ainda aos comportamentos sexuais pouco responsáveis

 

No Mundo das Mulheres de segunda-feira queremos tentar compreender melhor e esclarecer algumas das muitas questões que envolvem esta temática.

 

Para isso, contamos com o contributo dos nossos convidados:

 

Machado Caetano: Presidente Honorário da Fundação Portuguesa Contra a SIDA e Professor na Faculdade de Medicina de Lisboa;

 

Ricardo Martinez – Sociólogo;

 

Não perca ainda a nossa rubrica de cinema -  "Grande Plano" com Rui Pedro Tendinha, que nos vem falar sobre "Ruínas", um documentário de Manuel Mozos que lança um olhar sobre um Portugal que já não existe, através de ruínas do nosso país, e ainda sobre  "Canção de Amor e Saúde", uma curta da autoria de João Nicolau.

Aproveite também para ficar a saber mais sobre o a 4ª Edicção do Concurso de Jovens Criativos. Este ano, o a organização pede aos concorrentes que desenvolvam uma campanha para a Quercus, tendo em vista o consumo responsável.

 

Neste programa pode ainda habilitar-se a ganhar bilhetes para a antestreia, dia 7 de Abril, do filme "Uma noite Atribulada".

Temos 25 convites duplos para os Cinemas Zon Lusomundo Colombo Lisboa, e 15 convites duplos para os Cinemas Zon Lusomundo Gondomar.

(veja o trailer em http://www.youtube.com/watch?v=I0laFGsBo7g)

 

Links úteis:

www-questao-equilibrio.org

www.aidsportugal.com

www.idt.pt

 

Esperamos por si às 19h00, aqui na SIC Mulher! Entretanto votos de um óptimo fim-de-semana!




publicado por Mundo das Mulheres às 18:29
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9 comentários:
De Maria a 27 de Março de 2010 às 09:55
Mais uma vez, parabéns pelo tema!

Eu própria me sinto confusa quanto ao que acho coerente nesta situação.

Achando que 13 anos é cedo para sair à noite apenas com amigos, quanto mais aos 11/12 anos.
No entanto, se todos os amigos saem, ao negarmos essa possibilidade ao filho de 13 anos, não estamos, naquele momento, a contribuir para a sua exclusão do grupo?

É-me dificil ver crianças tão novas a sairem, que os pais dessas crianças o permitam, mas também me custa por discordar que possa colocar em risco a relação da criança com o seu grupo de amigos.

Como manter o bom-senso numa sociedade que faz-nos sentir que o bom-senso é retrógrado?




De Mundo das Mulheres a 27 de Março de 2010 às 15:46
Boa tarde Maria.

A dúvida que coloca é uma das principais questões que surgem ao abordar este tema, que apresenta tantos aspectos complexos, entre os quais, aqueles que referiu.
Vamos tentar esclarecer ao longo do programa.

Obrigada.


De Bruno Rocha a 31 de Março de 2010 às 19:40
Boa Tarde Mundo das Mulheres

Acredito que o programa já tenha sido emitido contudo gostaria de deixar aqui o meu comentario para todas as mulheres bem como os filhos adolescentes que têm aquele problema todas as sextas feiras de convencer os pais a deixa-los ir sair a noite caso necessitem de alguma informação em relação á noite bem como serviço de transporte de e para a discoteca a www.concierge.pt tem as melhores relaçoes com as mais diversas discotecas e clubes para tornar a saida nocturna dos mais jovens e mais crescidos numa noite de segurança e diversão. Podem contar com a Concierge.pt sempre que necessario.

Visitem www.concierge.pt para mais informações sobre o que podemos fazer por si e pelos seus.

Atenciosamente
Bruno Rocha
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Boa Tarde Mundo das Mulheres <BR><BR>Acredito que o programa já tenha sido emitido contudo gostaria de deixar aqui o meu comentario para todas as mulheres bem como os filhos adolescentes que têm aquele problema todas as sextas feiras de convencer os pais a deixa-los ir sair a noite caso necessitem de alguma informação em relação á noite bem como serviço de transporte de e para a discoteca a www.concierge.pt tem as melhores relaçoes com as mais diversas discotecas e clubes para tornar a saida nocturna dos mais jovens e mais crescidos numa noite de segurança e diversão. Podem contar com a Concierge.pt sempre que necessario. <BR><BR>Visitem www.concierge.pt para mais informações sobre o que podemos fazer por si e pelos seus. <BR><BR>Atenciosamente <BR>Bruno Rocha <BR class=incorrect name="incorrect" <a>bruno.rocha@concierge.pt</A>


De Bruno Rocha a 31 de Março de 2010 às 19:32
Ola Maria

Eu concordo consigo em relação a idade de sair a noite contudo e em ordem de ficar mais descansada sugiro uma saida a noite pelas discotecas em questão que os seus filhos ou outros costumam ir. Acredito que dependendo da discoteca a que eles querem ir os pais poderiam averiguar um pouco sobre esse mesmo establecimento e tentar perceber o porque de ser aquela discoteca e não outra.

Alguma questão não hesite em contactar-me bruno.rocha@concierge.pt



De Joana a 29 de Março de 2010 às 19:31
Tenho 15 anos. Tenho a sorte de ter uma óptima relação com os meus pais. Na minha opinião uma relação aberta é essencial para a confiança. Aprendi uma coisa que acho importantíssima : dizer não e não me deixar influenciar. Nunca tive problemas e divirto-me imenso sem precisar de álcool , etc. ... :) Parabéns pelo programa =)


De Carolina Costa a 31 de Março de 2010 às 15:20
Por vezes gostamos de não fazer nada porque achamos que nada vale a pena, pelo menos no que diz respeito ao trabalho. Há quem nos chame de preguiçosos e, com alguma razão, até o somos. Por outro lado, também acordamos com a vontade colossal de mudar o mundo, ou se calhar apenas queremos ir para a escola na esperança de voltar a ver aquele rapaz que gostamos. Somos inconstantes e haja quem nos ature nos tempos quando a música está ao rubro e não nos deixa pensar, ou, até mesmo, quando nos rendemos ao telemóvel com as solucionadas mensagens grátis, às aliciantes redes sociais e à televisão que deseduca cada vez mais.
Nós somos adolescentes e decerto já se aperceberam disso. Não temos maturidade alguma, não gostamos de sermões depois de um dia de aulas, quando ele não nos disse olá. Não queremos trabalhos de casa, testes e trabalhos que deviam ter sido entregues no dia anterior. Não queremos ganhar traumas que duram toda uma vida ou borbulhas na cara (ou serei só eu a pensar assim?!). De qualquer das formas, tencionamos aproveitar a adolescência que mesmo sendo vista como “a idade do armário”, é aquela onde mais crescemos, mais aprendemos. É portanto a fase mais complicada, a mais bonita, a mais real depois de uma infância sem grandes sobressaltos.
Por isso, e porque somos feitos à base de hormonas exponencialmente activas e regenerativas, queremos apaixonarmo-nos loucamente pelo rapaz popular que usa calças Levi´s e que todas o adoram. Queremos sonhar esse sonho e, mesmo assim, não cair na realidade. Queremos ir para a rua dançar descalços e sem música, apenas ao som da chuva. Queremos animarmo-nos, porque acreditamos que somos demasiado novos para vivermos tristes e preocupados com a conta da Meo. Gostamos de ter amigos, mesmo que nem sempre sejam honestos, fazem-nos falta. Queremos ser rebeldes – mesmo que seja à nossa maneira – e faltar às aulas e aos apoios à hora de almoço. Queremos fazer tudo aquilo que nos traga divertimento e aventura. Temos vontade de falar alto, senão mesmo gritar. Queremos ser respeitados mesmo que não respeitemos ninguém e, ainda assim, zelar pelos valores de igualdade e de justiça. Somos desequilibrados: há quem diga que é por causa do tempo, da estação do ano ou da roupa nova que hoje usamos. No entanto, para mim, somos algo de especiais, ávidos por viver com alguma independência e autonomia. Estamos na “idade” da afirmação, de vincar os nossos gostos e os nossos horários disparatados de artista nocturno que nem sempre agradam a todos. Talvez, bem lá no fundo, pretendemos demonstrar que valemos bem mais do que um dez a Português e que apesar de não praticarmos nenhum desporto nem de sermos o popular do liceu, somos importantes para nós mesmos.
No outro dia um amigo meu disse-me que sempre desejou ser adolescente porque, na infância, somos protegidos e temos sempre alguém que nos ensina a amar, a falar, as regras que nem os próprios implementaram. Contudo, e por sorte, depois crescemos, admitimos que somos seres capazes de amar à nossa maneira, de ditar as regras mesmo que nos baseemos na polémica e intemporal série “Morangos com Açúcar”. Conseguimos, além de tudo isso, dizer amo-te quando o realmente sentimos e não porque alguém nos disse em segredo. É por isso que prezo este pequeno capítulo da minha vida, sei que com ele vou perceber-me melhor, construir-me enquanto pessoa e, a par disso, os meus valores e princípios.
Lembro-me agora dos sorrisos, choros, angústias, desorientações, abraços, fracassos e sucessos daqueles que, como eu, vivem a adolescência.


De claudia a 24 de Julho de 2010 às 22:04
estava pesquisando no google e apareceume isto..vamos pensar um pouco maes e filhas/os! é o seguinte neste momento tenho 13 anos e possome considerar uma adolescente suficientemente madura para sair á noite sem supervizao mas os meus pais julgam-me tal e qual uma criança de 5 anos ou seja nao posso sair pois sou constantemente vigiada(quase parece o tempo de salazar)..de acordo com este assunto de sair á noite eu penso que depende da maturidade dos vossos filho/as..nunca virem as costas aos vossos filhos deixem-nos abrir as asas e voar um pouco pois a vida é curta deixem-los aproveitar bem o tempo que lhes resta...quanto a mim nunca irei poder abrir as minhas asas e voar livremente dêm essa opurtunidade aos vossos filhos :/ ...beijinhos e obrigado


De Adelaide Sousa a 26 de Julho de 2010 às 14:11
Querida Cláudia!

Obrigada pelo teu comentário...apesar de ter sido há muuuito tempo que eu tive 13 anos, lembro-me de também me achar muito madura...e se calhar, seria, para a idade...o problema é que fisiologicamente falando, o cérebro do adolescente ainda não está preparado para antecipar algumas consequências. Desculpa, se calhar ofendes-te com esta observação, mas é o que diz a Ciência!
E falando dos pais, sim, é bom deixar os filhos encontrar as próprias asas, mas não podemos deixar-vos atirarem-se do ninho sem ter a certeza de que não se estatelam lá em baixo, entendes? Só de pensar que vocês podem perder-se irremediavelmente nessa procura de autonomia, dá-nos muitas noites sem dormir e deixa o coração apertado...é por amor, acredita!


De Rita a 14 de Setembro de 2011 às 03:55
Olá eu sua a Rita, tenho 15 anos e os meus pais nao me deixam sair á noite, mas eu saio. A primeira vez que sai tinha 14 anos acabados de fazer e fui sair nas vindimas de Palmela á noite, podemos dizer que nao bebi cause nada, bebi apenas uma cerveja que detestei, nessa noite fui dormir a casa de uma amiga minha que morava em Palmela. Mais tarde tb sai á noite nos anos de uma amiga minha, fomos a um bar e bebemos algumas bebidas,mas eu nao fiquei alterada, fui para casa nessa noite a meia noite e apenas disse que tínhamos ido ao restaurante.Tamebem disse aos meus pais que ia passar o ano novo para a casa de uma amiga minha como os pais dela, mas afinal fui passas com ela e uns amigos dela, bebemos e aprendi a fumar. Estas ferias de Verao revolvi começar a sair mais, por estar farta de ouvir os meus amigos a falar sobre aquele bar ou aquela festa a que eu nao fui por os meus pais nao me deixarem. Nos meus anos convidei uma amiga para vir dormir á minha casa, fomos dar uma volta á tarde e compramos uma garrafa de vodka no super-mercado, pelo caminho posemos a vodka nas garrafas para que os meus pais nao descobrirem, bebemos toda a tarde a hora de jantar estavamos ja na ressaca, depois de jantar eu e a minha amiga dissemos para a minha mae nos levar ao bowling, óbvio que nao fomos ao bowling, fomos para uns bares depois por volta da 1 da manha achamos melhor ir para a porta do bowling, tivemos sorte pq a minha mae nao soube de nada, ate mesmo quando nos foi buscar á porta de carro e nos ja estavamos um bocado alteradas, quando chegamos a casa continuamos a beber pois nao podiamos deixar garrafas cheias, num dia bebemos um garrafa de vodka branca, no dia seguinte estamos tao mal... Eu estava com dor de cabeça e a minha amiga vomitou ate nao conseguir mais, os pais da minha amiga tb sao muito rígidos, mas as vezes deixam ela sair ate muito tarde, nao percebo muito bem os pais dela... desde aquele dia nunca mais bebemos tanto ( e como eu li numa pagina da net: uma criança so aprende a mexer com o fogo quando se queima, os adolescentes so aprendem a beber quando apanham uma bebedeira).
este ano nas vindimas eu e uma amiga minha decidimos cometer a maior loucura da nossa vida, mentimos aos nossos pais, eu disse que ia dormir a casa de uma amiga minha e essa minha amiga disse que ia as vindimas com os meus pais, apanhamos um táxi de ida e volta, estivemos com os nossos amigos, bebemos ( nao muito para estamos em condições de voltarmos) fumamos (fumar é algo que ja fiz muitas vezes, mas isto sem criar vicio, pois a unica coisa que quero e estar "numa boa" com os meus amigos, apenas fumo em festivais, saídas á noite, passagens de ano, etc.) e quando era uma voltamos para casa na boa, ainda hoje os meus pais nao souberam de nada. Mas quando pensava que isso era a maior loucura da minha vida fiz uma pior, pedi aos maus pais para dormir na casa de uma amiga minha (os pais dela sao liberais) e fomos para as vindimas com um rapaz fumamos erva, bebemos e divertimos-nos no ultimo dia das vindimas de Palmela, adorei (mas tb aqui nao bebi muito, apesar de termos comprado uma garrafa de moscatel e do ambiente de álcool ) voltamos para casa era 3 da manha, acho que se os meus pais me dessem mais liberdade eu nao seria assim tao rebelde afinal eu ate estou a ser responsável, mas é assim, quanto mais nos prendem mais nos tentamos soltar.


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