Horário
Directo:
• 19h00 às 20h00, de Segunda a Sexta-feira

Repetições:
• 06h00, 07h00, 12h00 e 02:15 de Segunda a Sexta-feira
• 06h00, aos Sábados e Domingos
Mais comentados
Quarta-feira, 24 de Março de 2010
"SOS CRIANÇAS" é o tema de quinta-feira

 

 

Desde Janeiro, a linha de ajuda do Instituto de Apoio à Criança recebeu uma média de dez denúncias diárias. Ao todo foram cerca de 591 denúncias relativas a situações de risco que afectam menores. A maioria dos casos diz respeito a problemas dentro da família, como a falta de afecto, e em segundo lugar estão os alertas relativos a maus tratos físicos e psicológicos.

Neste programa queremos saber a melhor forma de apoiar a criança e a família, promovendo a integração social, sucesso escolar, e também perceber as melhores formas de garantir à criança o devido acompanhamento, quando privada de afeição, isolada, ou abandonada.

SOS Crianças é o tema do próximo Mundo das Mulheres.

 

Para isso, contamos com o contributo dos nossos convidados:

Dulce Rocha - Presidente Executiva do Instituto de Apoio à Criança;

Manuel Coutinho - Coordenador do serviço SOS Criança;

Joana Sampaio - Psicóloga Infantil;

 

Não perca ainda as rubricas Mundo dos Famosos, com Cláudio Ramos, e Grande Plano com Rui Pedro Tendinha, que nos fala directamente de Londres, onde se encontra para a antestreia mundial de Nanny Mcphee and The Big Bang (um filme com Emma Thompson).

 

Links úteis:

www.iacrianca.pt

SOS CRIANÇA:

21 793 16 17

800 20 26 51 (A utilizar por crianças/jovens)

1410 (Destinado a ser utilizado no âmbito das Crianças Desaparecidas)

 

Esperamos por si às 19h00, aqui na SIC MULHER!




publicado por Mundo das Mulheres às 15:23
link do post | comentar | adicionar aos favoritos

6 comentários:
De Maria a 25 de Março de 2010 às 00:38
Mais uma vez um programa com um tema importante! :)

Infelizmente, num Mundo com tantas pessoas inteligentes, ainda necessitamos de instituições de apoio a vitimas de mau-trato - neste caso, as crianças.

Se com facilidade associamos os maus tratos a baixo poder económico, tal já não é tão fácil quando as familias são de "classe média" para cima.
Mas na verdade, também nas classes com maior poder económico, deverão existir casos de maus tratos psicológicos, falta de afectos ou abandonos.
Provavelmente, muitos nem são denunciados.

Gostaria de saber, caso os convidados saibam/possam responder, se existe estudos que relacionem a condição económica com as denúncias de maus tratos?
E se há a especulação de quantos casos não são denunciados?

e sim, estou principalmente interessada, o que podemos fazer?
ao interagir com crianças vitimas de maus tratos, alguns com maior contacto outros menos, como podemos ajudar?




De Mundo das Mulheres a 25 de Março de 2010 às 08:46
Olá, Maria!

Obrigada pelo seu comentário...fique atenta, iremos colocar essas perguntas aos nossos convidados...

Bjinho
Adelaide


De Sara a 25 de Março de 2010 às 16:45
Parabéns pela escolha do tema.
Numa altura em que se fala tanto da questão do bullying, que é de facto importante divulgar, é também muito importante que não nos esqueçamos que são muitos mais os problemas que envolvem as crianças.

Sara


De Pedro Madeira a 25 de Março de 2010 às 19:04
Olá boa tarde! Na escola secundária sempre assisti a "brigas mais acesas" entre os meus colegas, e por vezes situações mais graves e nunca assisti a nenhuma assistência!
Acho que os auxiliares devem ter mais formação! Pois elas na altura nem sequer vigiavam os recintos.

Eu próprio fui vitima e nunca dei a conhecer com medo de represálias, nao havia nenhuma assistência!

Hoje olho pra trás e teria sido tudo diferente! Mas acho que o principal agora é dar formação de como identificar, auxiliar e sobretudo prevenir!


De Mónica a 25 de Março de 2010 às 19:38
Boa tarde! :)

Não em psicologia infantil = gosto muito de ti.

Sou Educadora de infância e este é o meu lema!

Infelizmente, estamos num país com, cada vez mais, pais MUITO permissivos, que deixam os seus filhos fazerem tudo o que querem, como se de ditadores se tratassem. O pior é que estes pequenos seres vão ser os homens de amanhã...

Eu castigo. Digo não. Dou beijos. Dou colo. Blá blá blá

Parabéns pelo tema!

:)


De Leonor a 29 de Março de 2010 às 13:50
Tenho pena de não ter podido comentar no próprio dia do programa. Vi-o há pouco, em repetição, e não posso deixar de comentar o seguinte: choca-me quando, ainda hoje, se defende que os castigos corporais são admissíveis, para mostrar limites à criança. O exemplo que foi dado, no qual qual se defendeu ser legítima a utilização de um castigo corporal, é inadmissível; se uma criança estivér a bater no irmão e a mãe, ou o pai, para mostrarem que essa atitude está errada, lhe aplicarem um castigo corporal, qual é a diferença entre a atitude da criança e dos pais? A educação dá-se pelo exemplo e, se eu quero demonstrar que algo está errado, é agindo de forma diversa da que eu considero errada que educo. Exemplos muito simples: se quero que os meus filhos não fumem, eu não posso fumar; se quero que os meus filhos não sejam verbalmente agressivos, eu não o devo ser; se quero que não sejam fisicamente agressivos, sou eu quem primeiro deve dar o exemplo, não lhes batendo. Senão, corro o risco de ouvir, "quem és tu para dizer que isso está mal, tu também fazes!".

Educar e respeitar a criança passa por tratá-la como eu EXIJO que os estranhos a tratem: com educação, sem abusos. Se eu exijo isso de quem está esporadicamente com a criança, como posso achar normal eu ser violenta, agressiva, ofensiva, etc? Logo eu que sou o seu porto de abrigo, a sua referência! Criar uma criança e educá-la exige entrega e paciência, dedicação e calma. Transmitir princípios e limites é a nossa função como pais, saber fazê-lo com respeito e carinho é o que faz a diferença ao educar.
Sugiro que utilizem mais a Inteligência Emocional e menos tradição. Garanto-vos que os laços que criamos com as nossas crianças é completamente diferente quando nos damos ao trabalho de nos questionarmos e nos apercebemos que se gritamos com as nossas crianças e lhes batemos, não é porque as estejamos a educar, mas porque temos sobre elas uma predominância que nos permite fazê-lo, pois elas não reagem, submetem-se, conscientes da sua dependência. A isso eu não chamo educar, chamo cobardia. A um filho de vinte anos ninguém bate... mesmo que esteja a ultrapassar os limites...

Se uma criança de dois anos ultrapassa limites pode ficar sentada dois minutos a pensar no que fez e, depois de estar calma, podemos falar tranquilamente com a criança para lhe transmitir qual o comportamento correcto. Isso implica que os pais estejam presentes, desde que a criança nasce. Se querem começar a transmitir limites a partir dos cinco anos pode ser bem mais difícil.

Educar é amar, não admito que isso seja compatível com qualquer tipo de violência.


Comentar post

Categorias
Comentários recentes
Olá, sou nova cá e gostaria de partilhar o meu blo...
Visitem e comentem: http://tudo-sobre-a-tv.blogs.s...
Olá eu sua a Rita, tenho 15 anos e os meus pais na...
Olá!Gostaria de compartilhar com você este lindo p...
Agora para ver se aparece o clicável... http://www...
Arquivo

Setembro 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Ligações
Pesquisar blog
 
Perfil