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Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010
Etiqueta e Boas Maneiras

 

 

 

 

Etiqueta. Esta palavra antiga, que assusta alguns, às vezes pretensiosa até ridícula designa simplesmente todas as convenções postas em vigor pela sociedade civilizada a que pertencemos. Mas afinal quem determina o que são as regras de etiqueta?! Há uma evolução nas mesmas?

Esta segunda feira vamos responder a estas e outras perguntas.

 

Nas rubricas vamos contar com  Christopher Johnsson com a rubrica “Cirurgia Plástica”, e na rubrica livre de hoje temos Maria Siqueira : Responsável pelas Relações Comerciais e Institucionais da empresa Momentos Incomuns, que organiza o evento Masterclass ForLife Mulher

 

http://www.momentosincomuns.com/

 

Não pode perder a oportunidade de ganhar 1 inscrição  na  MasterClass ForLife Mulher que se realiza dias 13 e 14 de Março em Cascais (Hotel quinta da Marinha) .

 

São 2 dias dedicados exclusivamente a si. A “Momentos Incomuns” proporciona-lhe um conjunto de ferramentas facilitadores para a gestão destas áreas da sua vida, suportadas por profissionais de reconhecida e prestigiada competência

 

Teremos ainda um outro passatempo para si:

Vamos sortear 15 convites duplos para a antestreia do filme

" ESPIÃO NAS HORAS VAGAS "

 

Sinopse:

O simpático vizinho do lado duma mãe solteira, a quem ele tenta conquistar, oferece-se para fazer de babysitter enquanto a mãe se ausenta. Mas o trabalho vai ser mais complicado depois dum dos miúdos fazer o download dum código secreto, que vai levar agentes secretos a persegui-los.

 

http://www.thespynextdoorfilm.com

 

Não perca o programa de hoje

 

Marcamos encontro às 19h00, na SIC Mulher

 



publicado por Mundo das Mulheres às 19:34
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26 comentários:
De maria da conceição sousa martins a 19 de Fevereiro de 2010 às 19:44
apenas para dizer ao Dr. António Lopes que não se diz "ter a haver com" mas sim "ter a ver com". é uma vergonha uma pessoa com a formação desse senhor tratar tão mal a nossa lingua portuguesa


De filomena guimarães a 22 de Fevereiro de 2010 às 16:43
boa tarde D.Adelaide

será que todo o aparato à volta da etiqueta não acabou por se tornar um motivo para ganhar dinheiro? Existem livros, Cds , Dvd´s , aulas de etiqueta..cursos...etc...

Um beijinho para si

continue com os optimos temas


De Elis a 23 de Fevereiro de 2010 às 17:10
Boa tarde, cara Filomena,
A sua questão é bastante pertinente e, no seu lugar, acho que também me atreveria a pensar assim.
A “etiqueta” não é mais nem menos do que uma boa-educação refinada. Ou seja, posso ser educada mas os gestos não são levados a um cuidado mais refinado. Exemplifico: hoje em dia vamos a casa dos nossos amigos quase sem avisar. Da parte deles há sempre a cortesia de não “fechar a porta” mas do nosso lado deveria haver a etiqueta de telefonar com alguma antecedência e perguntar se não há inconveniente em que passemos pela sua casa, entende?
É claro que, como tudo na vida, há ondas de moda e certas pessoas aproveitam-se dessa vaga para tirar partido mercantilista disso. É o caso dos restaurantes de sushi: há bons e maus; é o caso dos destinos turísticos: mais exóticos, desconhecidos e dispendiosos mas nem por isso os melhores!
Concluindo: a etiqueta já vem do tempo de Louis XIV e quem a leva a sério e com respeito, deixa, oportunamente, documentada em livro para que esses gestos se perpetuem e não sejam esquecidos. Com naturalidade, desde sempre!
Obrigada pelo seu interesse.
Elisabete Canha de Andrade


De ines henriques a 22 de Fevereiro de 2010 às 16:54
Boa tarde Adelaide de Sousa

Admiro-a muito enquanto apresentadora..transmite uma enorme tranquilidade

Este tema é muito interessante, e apropriado para mim.

Fui convidada para um casamento e tenho algumas duvidas, pode por as suas convidadas algumas questões?

Quanto devo gastar no presente de casamento? É de mau tom oferecer em conjunto com outra pessoa dinheiro?

Quando devo oferecer o presente?

Relativamente à roupa, posso ou não usar preto, vermelho ou beije ? Sempre ouvi dizer que não se deve usar mas a realidade e que vejo muitos vips com estas cores em festas de casamento?

Obrigada e ficarei muito atenta ao seu programa


De Elis a 23 de Fevereiro de 2010 às 17:08
Cara Inês,
A sua pergunta é das mais comuns e por isso mesmo não se iniba nunca de colocar qualquer tipo de questão. Nestas “coisas” a coragem vem colmatar o silêncio de muitas outras pessoas.
Deve gastar no presente de casamento aquilo que o seu orçamento ditar. Não se importe com o que digam porque quem mal-diz é porque não fez o convite com a intenção da amizade e de reunir os amigos em uma ocasião muito especial. A boda é o pretexto para se juntar familiares e amigos e festejar uma data. As prendas são apenas uma mais-valia para quem convida; dá quem pode dar o que pode dar e fá-lo por educação e cortesia!

Sim, claro! Imagine que até pretende corresponder a algo que está na lista. Não há qualquer tipo de erro ou quebra de protocolo oferecer em conjunto com quantas pessoas entender. A oferta chegará sempre ao seu destino e alegrará muito os nubentes (este é o termo que se deve usar para noivos em vésperas de casamento…) que a escolheram.

Assim que receber o convite deve enviar o presente, para casa de quem enviou o dito convite, até uma semana antes da cerimónia não se esquecendo de juntar um cartão de visita pessoal (aquele que tem tão somente o nome completo):

Desenhei este pensando no contexto mas, na realidade, o cartão de visita pessoal deve ser de cartolina branca de 100 a 120 grs., com as medidas 8,5 x 4 a 4,5 cm, sem qualquer tipo de ornamentos. O nome deve ser completo, impresso em letra tipo caligrafia manuscrita.

Quanto à indumentária, preto integral, nunca porque poderá trazer uma recordação triste numa cerimónia que se pretende seja alegre. Aliás, quem está de luto opta por duas coisas: ou não vai, ou “corta” o luto com um adereço (flor, faixa, écharpe,…) de uma cor bem alegre. Daí se dizer que:
“Gala tira luto”

O vermelho não acho que esteja inapropriado se bem que depende muito do tom e da quantidade. Isto porquê? – Porque o vermelho é por si só uma cor muito chamativa e isso pode acarretar uma mensagem de “cheguei!”, entende?

Branco, pelo motivo óbvio é que a cor (que se espera) seja a do vestido da noiva.

Bege, porque também já é vulgo as noivas optarem por essa cor e convidada cortês que se preze não vai querer tirar o protagonismo à noiva!

Uma última dica: procure na TEXTO Editores um livro que se chama: “Casamento – Organizar e Recordar”. Acredite que vai surpreendê-la!
Felicidades.
Elisabete Canha de Andrade


De Vera Tanger a 23 de Fevereiro de 2010 às 18:24
O valor do presente de casamento deverá ser "proporcional" à amizade e respeito que tem para com o noivo ou noiva (a parte que a convida) e obviamente dentro das suas possibilidades. Pode oferecer em conjunto com outra(s) pessoas e envie um bilhete conjunto a acompanhar o presente que será entregue em casa do noivo ou noiva, antes da boda.
Quanto às cores, o branco não porque é devido à noiva e o preto é de evitar, apenas se usado com acessórios de cor. Quanto às outras, não há qualquer impedimento, pelo menos em Portugal.


De HELDER REIS a 22 de Fevereiro de 2010 às 17:05
OLÁ

PORTUGAL É UM PAÍS EDUCADO OU NÃO?

O QUE É QUE NOS DISTINGUE DE OUTRAS CULTURAS EUROPEIAS?

AFINAL QUEM É QUE DETERMINA AS REGRAS DO QUE É OU NÃO CORRECTO?

ACHAVA INTERESSANTE ABORDAREM ESTAS QUESTÕES


De Elis a 23 de Fevereiro de 2010 às 17:07
Boa tarde Helder,
Nem imagina quantas vezes já me fizeram essa pergunta e, até eu própria fico a analisar, como Portuguesa que sou, até onde é que posso responder e com que critério.
Pois bem! Adoptei o critério da comparação. A minha profissão dá-me a oportunidade de conhecer o Mundo e, naturalmente, as várias culturas. Devo confessar que apesar do que à primeira vista parece, o nosso povo, onde eu me incluo não é mal-educado; é fechado, o que é bem diferente! Não nos devemos esquecer que até há bem poucos anos, o resto do Mundo conhecia-nos como “o Povo cinzento”, consequência do mutismo e do passar despercebido a que éramos obrigados pelo regime. Aos poucos, as novas gerações foram-se abrindo só que de um modo repentino sem a sustentação básica porque a Vida, ou antes, a luta por uma melhor qualidade de vida (trabalhar, trabalhar…) não deixa muito tempo para pormenores (educação) que com o crescimento passam a fazer parte da personalidade de cada um.

O que nos diferencia?  Vou ser directa! – Somos um povo muito acarinhado pelo dom do “desenrasca”; dizemos mal, ficamos a matutar mas lá no fundo nunca deixamos de responder a um pedido, a um favor. Isso, senti eu muitas vezes, na própria pele, nas muitas e variadas viagens que fiz. Mesmo a nível governamental. Acredite! Mas também somos muito hospitaleiros e gentis.

Correcto ou não correcto? Quem dita? – Ninguém, meu caro! É a própria pessoa que tem de ter uma boa dose de boa-educação e bom senso. Aqui ou em qualquer lugar.
Agora se quiser aprofundar esta matéria, o que seria de lhe tirar o chapéu, pode sempre investigar:
No protocolo social;
No protocolo estatal/oficial;
No protocolo militar;
No protocolo religioso;
No protocolo desportivo;
No protocolo empresarial;
No protocolo das universidades;
No protocolo autárquico… partindo sempre da premissa de que “protocolo não é nada mais nem menos do que regras e normas impostas pela sociedade (por TODOS como sendo UNO) onde cada um se insere, sob pena de ser sancionado em pensamento (alguém que o despreza) até à pena de prisão”.
Felicidades.
Elisabete Canha de Andrade


De Vera Tanger a 23 de Fevereiro de 2010 às 18:29
Da minha experiência internacional e como mulher de diplomata e, observando de fora para dentro, geralmente falando acho os portugueses bem educados. Claro que há sempre áreas a melhorar, sobretudo na pontualidade e na obrigação de responderem a mails, cartas ou telefonemas. A nossa melhor qualidade é a simpatia e a pior alguma falta de profissionalismo.
A Etiqueta é um conjunto de ética, moral, tradições e cultura que, em conjunto com uma grande dose de bom senso, permite ao ser humano viver em sociedade e respeitar-se entre si. Quando no estrangeiro observe as normas locais, da mesma maneira que os estrangeiros devem observar as nossas quando em Portugal.


De Mónica a 22 de Fevereiro de 2010 às 19:17
Paula Bobone falava da importância da etiqueta e das boas maneiras na relação com o próximo... Isso não tem mais a ver com Ética...? Parece-me um pouco exagerado atribuir cuidados na relação com o outro, a não ser os futeis, à Etiqueta...


De Elis a 23 de Fevereiro de 2010 às 17:04
Boa tarde, Mónica.
Adorei a sua observação. Na realidade ética e etiqueta podem tocar-se mas não é a mesma coisa. Ética é sinónimo de educação natural, de base, não forçada, aquela que qualquer Ser assume perante si próprio e perante o próximo. Assenta na máxima de “Faz aos outros aquilo que gostarias que fizessem a ti”. A “Etiqueta” por sua vez é o refinamento desse trato.
Vou subscrever, integralmente, um texto que encontrei na net :

“De origem grega, o termo ethos significa costumes e deve ser entendido como um conjunto de princípios básicos, que visam disciplinar e regular os costumes, a moral e a conduta das pessoas. A ética tem as suas bases na Moral (Sócrates) e no Dever (Kant), uma necessidade diferente da natural ou da matemática, pois necessita da liberdade. O dever obriga moralmente a uma consciência moral livre e a uma vontade verdadeiramente boa, devendo agir sempre conforme o dever e por respeito ao dever, pois agir moralmente significa agir de acordo com a própria consciência.
Já a Ética baseia-se na liberdade, ou seja, na opção voluntária pelo bem consciente da possibilidade de preferir o Mal. Os nossos comportamentos são avaliados como bons ou maus. A partir daí, as pessoas podem recriminar-nos por não termos seguido as normas da boa educação ou não ter cedido lugar a uma pessoa mais idosa ou mais importante. Isto quer dizer que o resultado dos nossos actos está sujeito a uma sanção. Isto é, a uma recompensa ou a uma punição na mais diversa intensidade, desde aquele olhar de mãe até a coerção física (repressão pelo uso da força).
A ética é a parte da filosofia, que se ocupa da reflexão dos fundamentos da vida moral, considerando esta como o conjunto de regras que determinam o comportamento dos indivíduos na sociedade e o Homem a fim de garantir a sua sobrevivência com a finalidade de garantir a concordância entre os indivíduos. Portanto, o comportamento varia de lugar para lugar e de um tempo para outro.

Na dinâmica do mundo, a Etiqueta integra-se no exercício de ética profissional e pessoal para com a sociedade, pautando. É no conceito de ética como filosofia, que melhor se deduz a importância da prática da etiqueta e o que ela significa para o desenvolvimento das potencialidades do indivíduo, à medida que confere segurança nos seus relacionamentos. A ética mexe com a moral, que parte do núcleo da liberdade pessoal projectando-se nas formas de agir do Homem na sociedade. Por exemplo, roubar e matar são actos que infringem ao mais alto grau as leis morais.

Ética é definida como a acção dos actos humanos, aplicável ao comportamento do indivíduo em diversos níveis, agindo correctamente em relação a si próprio e ao seu semelhante.

Portanto, a ética e a etiqueta tratam do comportamento e a diferença existente coloca-se ao nível da acção. A etiqueta como código de regras, que rege o comportamento do ser social fica a um nível mais superficial. É a forma e o jeito da conduta de cada um de acordo com as normas pré-estabelecidas numa sociedade visando ser agradável aos outros, como, por exemplo, ao utilizar a cortesia no relacionamento com todas as pessoas. Etiqueta é um harmonioso conjunto de atitudes e postura, que traz uma estreita relação entre a parte interna e externa de uma pessoa. Existem ocasiões em que a etiqueta está presente mesmo quando ninguém conhece a suas regras. Inconscientemente, faz-se uso da etiqueta quando é agradável e marca positivamente presença em determinado lugar ou situação de modo discreto e distinto como que a lembrar que a maioria das pessoas não dá a devida importância à etiqueta, coisa que todo aquele que é bem formado não deve gostar de se identificar com esse tipo de pessoas.

Por isso é que a etiqueta é sinónimo de elegância, boas maneiras, bons costumes, estilo e distinção, características que emprestam ao quotidiano mais harmonia e bem-estar nos ambientes sociais, profissionais e domésticos determinando um comportamento ideal de todos os indivíduos.

Ética e Etiqueta são necessárias sempre que convivemos com muitas pessoas de personalidade e Cultura diferentes, a fim de criar um ambiente agradável e cordial.”

Felicidades.
Elisabete Canha de Andrade


De Daniela Robalo a 22 de Fevereiro de 2010 às 19:40
Boa tarde,
Ofereceram-me no meu dia de casamento várias prendas da marca Vista Alegre, mas um fim de linha bastante feio. Devo levar isso como um insulto ou devo pedir delicadamente às pessoas para trocarem por algo mais recente?
Obrigado e beijinho para a Dona Paula que gosto muito de a ver na TV!


De Vera Tânger a 24 de Fevereiro de 2010 às 19:34
Pois. É uma questão delicada, sem dúvida alguma. Se tem alguma confiança com quem lhe ofereceu essas peças, tente, de forma delicada e educada, pedir para trocarem. Se não tem essa intimidade, procure vende-las através de alguns sites com anúncios grátis na internet. Boa sorte.


De Sandra Vieira a 22 de Fevereiro de 2010 às 19:49
Casamento em ESPANHÃ. Boa tarde, tenho 1 casamento em Espanhã e não sei o que oferecer, os noivos não têm lista de casamento porque já têm tudo e dizem que como já vou de longe não querem nada, mas eu quero oferecer lago! Alguma sugestão? Se dinheiro, alguma ideia da quantia? Obrigada


De Mundo das Mulheres a 22 de Fevereiro de 2010 às 22:01
Olá, Daniela e Sandra!
Infelizmente as vossas questões não chegaram a tempo do final da conversa, mas não queremos deixá-las sem resposta. Reencaminharemos para uma das nossas convidadas para que tenham a resposta às questões. Fiquem atentas!

Adelaide


De NÃO HÁ TECTOS a 23 de Fevereiro de 2010 às 14:31
Olá Sandra.
E que tal oferecer aos noivos uma experiência sem limites. Um voo de balão, um voo de planador para os dois, um dia no SPA. Outra experiência muito gira é sobrevoar a zona de lisboa nnum a aeronave de luxo. Veja mais sugestões em www.naohatectos.com


De Sandra Vieira a 23 de Fevereiro de 2010 às 15:39
Muito obrigada pelas sugestões, ideias originais para quem já tem a vida organizada.


De Elis a 23 de Fevereiro de 2010 às 16:57
Boa tarde Sandra.
Ora aqui está um convite por amizade e enorme consideração pelo seu orçamento por parte dos nubentes.
Como simpatia gera simpatia, compreendo porque a Sandra não quer chegar sem uma lembrança.
Sempre que tenho convites para culturas fora de Portugal, opto sempre por uma peça tradicional que pode, muito bem, “fugir” à Vista Alegre e à Atlantis. Dou-lhe uma dica: compre uma bonita peça “Bordalo Pinheiro” muito em voga, bonita e, ainda por cima, estará a ajudar todos quantos trabalham na fábrica que esteve para fechar.
No seu caso, nem sequer coloco a hipótese de dar dinheiro.
Felicidades.
Elisabete Canha de Andrade


De Sandra Vieira a 23 de Fevereiro de 2010 às 18:45
Muito obrigada pela sugestão Elisabete!


De Elis a 23 de Fevereiro de 2010 às 16:59
Boa tarde Daniela.
Lamento não ser a “Dona Paula” a responder mas aqui o que interessa é que a resposta encontre em si a lógica da sua questão, aliás, bem pertinente.
Não sabendo que tipo de relacionamento mantém com as pessoas que lhe ofertaram e partindo do pressuposto que a sua questão advém de uma mera possibilidade, não daria essa “satisfação” a quem as deu.
Em tempos, familiares meus receberam inúmeras peças, soltas, de muito boa qualidade mas completamente desconjuntado.
A saída que optaram foi bem pensada: leiloaram tudo o que estava fora de contexto e com o dinheiro resultante adquiriram conjuntos iguais de copos e loiça. É importante frisar que não tinham qualquer tipo de lista!
No seu caso, acho que tudo se torna mais fácil uma vez que se refere a uma só marca. Com o sentido comercial que a VA tem e se falar com a Direcção Comercial, estou em crer que trocarão as peças em seu poder por aquelas que lhe agradam mais ou que são mais funcionais. Tentar, nunca custa.
Felicidades.
Elisabete Canha de Andrade


De Elis a 23 de Fevereiro de 2010 às 17:15
Boa tarde Sandra.
Ora aqui está um convite por amizade e enorme consideração pelo seu orçamento por parte dos nubentes.
Como simpatia gera simpatia, compreendo porque a Sandra não quer chegar sem uma lembrança.
Sempre que tenho convites para culturas fora de Portugal, opto sempre por uma peça tradicional que pode, muito bem, “fugir” à Vista Alegre e à Atlantis. Dou-lhe uma dica: compre uma bonita peça “Bordalo Pinheiro” muito em voga, bonita e, ainda por cima, estará a ajudar todos quantos trabalham na fábrica que esteve para fechar.
No seu caso, nem sequer coloco a hipótese de dar dinheiro.
Felicidades.
Elisabete Canha de Andrade



De Sandra Vieira a 23 de Fevereiro de 2010 às 18:45
Muito obrigada pela sugestão Elisabete!


De Vera Tanger a 23 de Fevereiro de 2010 às 18:33
Ofereça algo bem português e como já tem tudo, que tal uma caixa de vinhos seleccionados?
É sempre bom e, já agora, celebre-se a boda!


De Sandra Vieira a 23 de Fevereiro de 2010 às 18:47
Muito obrigada pela sugestão Vera!


De Mundo das Mulheres a 23 de Fevereiro de 2010 às 19:50
Boa noite a todas,

Obrigada por tornaram o programa muito mais interessante com os comentários e questões que colocaram!

É isto mesmo que queremos para o Mundo das Mulheres - que sintam que este é o vosso programa.

Obrigada às nossas convidadas por responderem às nossas "bloguers "


De Elis a 20 de Abril de 2010 às 18:14
Apenas uma sugestão: raramente se fala telemóvel. Do seu uso e abuso por pessoas que têm o contacto por "legítima cedência" do detentor do mesmo mas... PIOR... do pedido dessas mesmas pessoas para que outras liguem e depois passem a chamada. Isto passa-se com frequência no meio profissional que o Secretariado Pessoal/Assistente. Este assunto deveria ser debatido porque cada vez mais há pseudo-directores que pedem às Secretárias/Assistentes para ligarem e depois passarem a chamada. Que maior falta de chá! Fica aberta a discussão.
Obrigada


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